#004. Teen Combo
“As bênçãos coroam a cabeça dos justos, mas a boca dos ímpios abriga a violência. A memória deixada pelos justos será uma bênção, mas o nome dos ímpios apodrecerá.” Pv 10:6, 7.
Ver: [L] Esses dois versos formam um interessante conjunto; eles fala da situação dos justos e dos ímpios no presente e no futuro. [L] “dos justos” – aquele que se porta corretamente, conforme a lei. [A] “As bênçãos coroam a cabeça dos justos” – a bênção é evidente na vida de quem se conduz corretamente, como uma coroa ou como uma unção, ou seja, tal pessoa está sempre pronta a abençoar. [L] “dos ímpios” – aqueles que desobedecem a lei, os criminosos. [A] “a boca dos ímpios abriga a violência” – a violência ou maldade, é evidente na vida dos que vão contra o que é correto. Lit. Sua boca se veste de violência, eles estão sempre prontos a amaldiçoar aos outros. [L] “A memória” – i.e. a lembrança que os outros terão. [A] “A memória deixada pelos justos será uma bênção” – a lembrança dos justos continuará abençoando. Não podemos enfatizar demasiado o quanto era importante na antiguidade ser lembrado pela família e pela comunidade, produzindo uma continuidade que se sustentasse. [A] “mas o nome dos ímpios apodrecerá” – Essa continuidade seria negada ao ímpio, àquele que não procede corretamente.
Ouvir: Vista a Palavra – Capacete: O que eu digo hoje define como serei visto a partir de agora e sempre. Couraça: Ser lembrado no futuro como uma bênção para todos deve me motivar a ser justo agora, a viver em justiça e retidão. Cinto: Que a bênção do Senhor em mim e através de mim esteja no alto de minha cabeça, seja evidente desde o primeiro momento em que as pessoas me vêem. Calçados: Que meu relacionamento com todos seja de abençoar, nunca de amaldiçoar. Fé: Creio que viver corretamente conforme a vontade de Deus produz bênçaõs para minha vida e me tornam uma bênção para outros, mas viver contrário ao que Deus quer me tornaria uma maldição que todos prefeririam esquecer. Espada: Devo ensinar isso, que somos abençoados quando somos uma bênção. Se nos tornamos uma maldição para outros, seremos amaldiçoados também.
Sentir: (Função Proclamar) Pacificadores, como líderes, aquilo que falamos tem grande impacto na vida das pessoas e continuará tendo. Se nossos planos, ações e palavras forem bênçãos para quem está ao nosso redor, seremos sempre lembrados pela bênção que produzimos. Se, contudo, nossa boca estiver cheia de maldição, também seremos lembrado pelo mal que causamos com nossas palavras. Como você tem usado sua capacidade de comunicar? De que sua vida está cheia e o que se evidencia para quem está próximo? Lembre-se disso: aquilo que você diz agora define como você será lembrado daqui por diante.



Encher um copo transportando a água com as mãos foi a tarefa na base dirigida pelo missionário Júlio Cesar.
Ir de um ponto a outro com os olhos vendados, guiado apenas pelos gritos dos colegas, foi a atividade na base liderada pela missionária Vasti Rocha. Veja como estão todos molhados depois da chuva de verão.
Quando todas as bases da região estavam ocupadas, os ‘barcos’ aguardavam, na passagem um ao lado do outro atiravam balões cheios de água uns nos outros, usando um pano como lançador.
Os pacificadores foram organizados em 12 tribos mistas em idade e gênero. Cada tribo recebeu o nome de uma das tribos de Israel. Esses acima são alguns dos rapazes da tribo Issacar.
Uma das primeiras tarefas de cada tribo foi a identificação, que consistiu em confeccionar uma bandeira e uma pintura corporal.
Outra tarefa foi fazer a torcida enquanto outros membros da tribo formavam um time para participar de jogos pela manhã.
Todos os anos os filhos dos missionários participam do Pacificadores e isso tem sido muito bom para eles. João Marcos e Júlio Henrique participaram desde que tinham 8 e 9 anos, hoje já participam com alunos. Esse ano foi a vez de (da esquerda para a direita) Victor, filho de Angélica e Ederly, Matheus, filho de Darlene e Paulo, e Pedro, filho de Daniel e Sandra, atentos às apresentações dos alunos na Arena da Paz.
Durante o Pacificadores a criatividade dos alunos é explorada ao máximo, como também sua capacidade de estudar, debater, orar… Os líderes que acompanham a escola ficam sempre muito impressionados com o resultado da ousadia de exigir mais e aprendem que os adolescentes e jovens podem ter um desempenho muito melhor do que o que se espera deles.
Uma galera de todos os times, todas as idéias, todas as atitudes, reunida sob um só Senhor, pulsando no ritmo da Palavra de Deus: é Pacificadores!
Cinco dos encontros da Arena da Paz foram musicais. Cada um teve um tema dos elementos do culto pleno. Cada uma das cinco classes também foi denominada assim: adoração, confissão, gratidão, súplica e dedicação.
Pacificadores evita trazer pessoas de fora, que não estejam evoluindo com o grupo todo. Por isso a música foi ministrada pelos próprios pacificadores e foi exuberante. Mais de quarenta pacificadores se revezaram em cinco grupos de louvor, ministrando para os colegas sob a direção do missionário Alessandro Miguel. Foi um excelente exercício de aprendizagem e crescimento para eles e uma amostra do que será o #PACI13.
A programação de cada dia encerrou-se com o MissioLanche, um programa de entrevistas e curiosidades de 30 minutos, em que os Pacificadores conheceram 12 possibilidades de cumprir a missão dentro da realidade de sua idade e ambiente. O MissioLanche foi uma das trilhas de impacto mais direto na vida dos pacificadores. Muitos acharam seu projeto missional para 2012 durante as apresentações. A trilha foi desenvolvida e dirigida pelo missionário Daniel Dantas Cezário.